Casarões de Iracema

No início do século 20, os galpões que hoje emolduram o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura funcionavam como empresas de importação/exportação. O bairro chamava-se Outeiro da Prainha. Até os anos 50, aquela área também acolheu casas de tolerância.

A construção em pedra que hoje abriga a Caixa Econômica Federal da avenida Pessoa Anta já sediou a Alfândega. Nos anos 80, artistas começaram a se instalar por ali. O artista plástico José Tarcísio foi o primeiro deles. No final dos anos 90, uma parceria entre a Fundação Roberto Marinho e Tintas Ipiranga viabilizou o projeto Cores da Cidade, procedendo a restauração e pintura das fachadas de 58 prédios da área.

Passam por lá: 013 - Aguanambi 1, 051 - Grande Circular 01, 052 - Grande Circular 02, 071 - Antônio Bezerra Mucuripe, 078 - Siqueira Mucuripe.


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